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La Petit Ladybug

La Petit Ladybug

Ransomware ou o ataque que fez tremer as organizações!

Passados 3 dias após o ataque informático de dia 12 de Maio, Portugal continua a meio gás ....Portugal e suponho que o resto da Europa também.

 

Sou uma leiga na matéria, mas o que me parece claro, é que não há uma estratégia clara das organizações para fazerem face a uma coisa como esta. E mais do que isso, até hoje estas questões têm sido encaradas com sobranceria por parte de quem tem a obrigação de provir o melhor para os seus colaboradores e Clientes.

 

Objetivamente, estamos a falar de uma falha de segurança nas redes informáticas que decorrem do facto de que as máquinas ligadas são na sua maior parte operadas por sistemas windows...ora a Microsoft detetou esta falha de segurança no seu sistema operativo e no dia 18 de Março lançou um patch para corrigir o problema.

 

Ora que o tinham  as organizações que fazer, nestes quase dois meses que decorreram desde que a Microsoft lançou o patch? Instalar o tal patch nas suas máquinas! Como teria corrido o tal ataque de dia 12 de Maio? Mal, muito mal...para os atacantes claro! Se as máquinas (PC's) tivessem o tal patch instalado o tal software malicioso, ransoware, não se teria conseguido instalar.

 

Por isso temos organizações afetadas e outras não afetadas...o pior disto é que também nós humanos vivemos em rede...portanto o que afeta um acaba por afetar todos.

 

O que falta? Algo que responsabilize as organizações por não terem corrigido atempadamente os softwares das suas máquinas, colocando em perigo toda a sociedade. Claro que falta objetivamente uma organização que coordene a resposta a um ataque deste tipo...estamos a falar de guerra cibernética, tem que haver uma linha de comando bem definida... mas isto são outras contas deste rosário!

 

É que bem vistas as coisas a diferença do ponto de vista das consequências, entre uma falha de segurança informática ou uma falha de segurança física começa a ser quase nenhuma!

 

É tempo de as organizações em Portugal começarem a ser profissionais e deixarem de ser amadoras (em tudo o que o termo tem de mau)!

 

 

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